A Desilusão
(Texto de Paulo Geraldo em Aldeia)
A subtileza duma flor, com a dor dos seus espinhos e a melancolia trazida pelo vento provocado pelas palavras.......em cada pétala o perfume do silêncio das palavras........Carpe Diem...and be Happy!


Havia num bosque isolado uma bonita violeta satisfeita entre suas companheiras.
Certa manhã, levantou a cabeça e viu uma rosa que se balançava acima dela, radiante e orgulhosa.Gemeu a violeta, dizendo: “Pouca sorte tenho eu entre as flores! Humilde é meu destino!
Vivo pegada a terra, e não posso levantar a face para o sol como fazem as rosas.”
A natureza ouviu, e disse à violeta: “Que te aconteceu, filhinha? As vãs ambições apoderaram-se de ti?”
- Suplico-te, ó Mãe poderosa, disse a violeta. Transforma-me em rosa, por um dia só que seja.
- Tu não sabes o que estás pedindo, retrucou a Natureza. Ignoras o que se esconde de infortúnios atrás das aparentes grandezas.
- Transforma-me numa rosa esbelta e alta, insistiu a Violeta, tudo o que me acontecer será a conseqüência dos meus próprios desejos e aspirações.A Natureza estendeu sua mão mágica, e a Violeta tornou-se uma rosa suntuosa.
Na tarde daquele dia o céu escureceu-se, e os ventos e a chuva devastaram o bosque. As árvores e as rosas foram abatidas. Somente as humildes violetas escaparam ao massacre.
E uma delas olhando em volta de si gritou às suas companheiras: “Hei, vejam, o que a tempestade fez das grandes plantas que se levantavam com orgulho e impertinência.”
Disse outra: “Nós nos apegamos a terra, mas escapamos à fúria dos furacões.”
Disse a terceira: “Somos pequenas e humildes, mas as tempestades nada podem contra nós.”
Então a rainha das violetas viu a rosa que tinha sido violeta, estendida no chão como morta. E disse:
- Vejam e meditem, minhas filhas, sobre a sorte da violeta que as ambições iludiram. Que seu infortúnio lhes sirva de exemplo!Ouvindo essas palavras, a rosa agonizante estremeceu e, apelando para todas as forças, disse com voz entrecortada:
“Ouvi, vós, ignorantes, satisfeitas, covardes. Ontem, eu era como vós, humilde e segura. Mas a satisfação que me protegia também me limitava. Podia continuar a viver como vós, pegada à terra, até que o inverno me envolvesse em sua neve e me levasse para o silêncio eterno sem que soubesse dos segredos e glorias da vida mais do que as inúmeras gerações de violetas, desde que houve violetas.
Mas escutei no silencio da noite e ouvi o mundo superior dizer a este mundo: “O alvo da vida é atingir o que há além da vida.” Pedi então à Natureza – que nada mais é do que a exteriorização de nossos sonhos invisíveis – transformar-me em rosa. E a Natureza cedeu ao meu desejo.
Vivi uma hora como rosa. Vivi uma hora como rainha. Vi o mundo pelos olhos de rosas. Ouvi a melodia do éter com o ouvido das rosas. Acariciei a luz com as pétalas das rosas. Pode alguma de vós vangloriar-se de tal honra?
Morro agora, levando na alma o que nenhuma alma de violeta jamais experimentava. Morro, sabendo o que há atrás dos horizontes estreitos onde nascera. É esse o alvo da vida.”
[Gibran Khalil Gibran]


Entro numa rua,
Melanie C
First Day of My Life
So I found a reason to stay alive
Try a little harder see the other side
Talking to myself
Too many sleepless nights
Trying to find a meaning to this stupid life
I don’t want you sympathy
Sometimes I don’t know who to be
Hey what you looking for
No one has the answer
They just want more
Hey who’s gonna make it right
This could be the first
Day of my life
So I found the reason
To let it go
Tell you that I’m smiling
But I still need to grow
Will I find salvation in the arms of love
Will it stop me searching
Will it be enough
I don’t want your sympathy
Sometimes I don’t know who to be
Hey what you looking for
No one has the answer but you just want more
Hey who’s gonna make it right
This could be the first day of my life
The first time to really feel alive
The first time to break the chain
The first time to walk away from pain
Hey what you looking for
No one has the answer we just want more
Hey who’s gonna make it right
This could be the first day of my life
Hey what you looking for
No one has the answer they just want more
Hey who’s gonna shine alight?
This could be the first day of my life
(foto retirada do photobucket)
Já não me lembrava de rir tanto como neste fim de semana passado.
Te deixo um beijo bem gostoso, daqueles que te dou toda manhã quando você acorda... toda noite quando você chega...
Entre os teus lábios
Uma mancha isolada no meio do oceano. Uma plataforma petrolífera, onde todos os trabalhadores são homens, e onde houve um acidente.
Eu pessoalmente prezo muito a minha liberdade, sei quais são os meus limites, e respeito a dos outros.
Por isso fico aborrecida quando alguém me diz que tem medo de perder a liberdade. De que liberdade falamos?!
Nunca na minha vida me opus à liberdade de alguém. Fico desiludida quando não percebem isso e esse medo de perder a dita liberdade, se sobrepõe a tudo, é o egoísmo...
As pessoas não compreendem que a liberdade não se tira, é deles. Pelo menos eu penso assim.
Eu não tenho medo de perder a minha liberdade, porque sei e tenho a certeza que não a vou perder.
Quando se gosta de alguém e ambos prezam a sua liberdade, só devem ter a capacidade e habilidade de conseguir conciliar tudo e muita vontade de estarem juntos.E acima de tudo haver o respeito pelo outro.
Não concordo quando dizem esta frase feita:”a minha liberdade começa quando acaba a do outro” ou vice versa, porque aminha não acaba se o outro a tiver.
Podia simplesmente deixar aqui um artigo qualquer, um poema, um texto que já tivesse feito, etc..., mas hoje não me apetece nada.......
Aveiro é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Aveiro, na região Centro e sub região do Baixo Vouga, situada a cerca de 55 km a norte de Coimbra e com cerca de 60 000 habitantes.

(Antiga Fábrica Campos de Azulejos. Existe aqui um restaurante e um bar com terraço e musica temática. Fantástico para as noites de verão)
Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, originalmente para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos. É um dos ex-libris de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho.

(a imagem é muito má mas é uma amostra das salinas)
Bem, Aveiro é o local onde eu moro com os meus pais, numa próxima oportunidade faço um post da cidade onde trabalho, espero é não ter as mesmas dificuldades para postar, porque tinha muitas mais fotos e não consigo fazer mais nada.....deve ser um problema que me transcede.Pelo menos para quem não conhece Aveiro ffica com uma pequena ideia!
Falta aqui os ovos moles, mas esses ficam para quem se quiser aventurar a visitar este local muito bonito!
Tenho pena de não poder usufruir mais da minha cidade, por isso quando vem o bom tempo, muitas das vezes, prefiro abdicar das noitadas e acordar cedo, tomar o meu pequeno almoço fora, fazer praia e ver alguns desportos nauticos quando possivel, isto claro, ao fim de semana.
P.S. Este post não está como eu gostaria, até as fotos estão desenquadradas com o texto, mas já perdi a paciência para alterar qualquer coisa.


Hoje estou com sono.
Impaciente e com o corpo a precisar de descanso.
Só queria uma cama ou um sofá, apenas um lugar confortável onde me pudesse encostar.
Hoje só me apetece embalar os olhos ao som de uma música
no meio do nada,
adormecer e não ter horas para acordar.
P.S.: A culpa é do fim de semana......que foi espectacular!!A paisagem não era esta, mas não ficava nada atrás!
A tristeza é um sentimento que nos procura, instala-se e por vezes teima em ficar....é como um vírus.
“Em uma aldeia moravam sete sentimentos: alegria, tristeza, riqueza, vaidade, amor, sabedoria e a esperança. Um dia a aldeia iria ser inundada, chamaram apenas seis barcos para os sete sentimentos.P.S.: A melancolia provocada pelo resultado do jogo de ontem, não me faz perder a esperança de que um dia a seu Tempo ganharemos o Mundial.
Espero que o tempo também me leve o sabor amargo daquele penalty…
Parabéns à nossa Selecção! !Somos pequeninos mas muito Grandes!!
(Foto e texto enviados por um amigo)


Heróis do mar, nobre Povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Pulos de alegria foi o que eu dei no Jogo de Portugal – Inglaterra....nunca pensei que vibrasse tanto neste jogo, apesar de achar que o jogo não foi dos melhores até à data. Foi um jogo onde ambas as partes não criaram situações de perigo....o que ainda me deixou mais num estado de nervosismo.
Momento memorável o do Ricardo a defender aqueles três golos.....Grande Ricardo!Obrigado!